E, por fim, meu Imaculado Coração triunfará!

terça-feira, 9 de março de 2010

As 7 afirmações mais ditas pelos potestantes

Uma quantidade considerável de católicos abandonam sua fé e abraçam o protestantismo como novo lar espiritual. Alguns realmente mudam de vida, mantém ou adquirem uma nova postura ética, equilibrada e até exemplar. Outros, no entanto se perdem na novidade, exacerbam as vantagens da nova escolha e como o fogo de palha, com um vento mais forte facilmente se apagam.
Santa Teresa de Jesus, uma santa católica do século quinze disse com muita sabedoria em pleno apogeu do surgimento dos protestantes, “nasci católica, morrerei católica”. Compartilho da máxima da religiosa que mesmo sabendo das fraquezas da mãe igreja não a abandonou, pois pelas vias normais um filho  não deveria abandonar aquela que o gerou. No caso a Igreja, pelo batismo me gerou para Cristo, isto é a minha fé, dela tenho convicção. Neste pôst você terá as 7 afirmações  mais ditas pelos protestantes. É muito provável que você já tenha ouvido algumas delas mais de uma vez.

Religião não Salva
Essa afirmação é muito direcionada aos católicos, mas não só. De fato, religião enquanto conceito não salva, tampouco as seitas das quais fazem parte a maioria dos que pronunciam esta frase. Religião é o encontro do homem com Deus. O local desse encontro se dar na  igreja (aqui no sentido de comunidade de fé), também dita pelos ‘irmãos’ , inapta para a salvação, mas interessante, todos tem a sua e basta crescer um pouco que se dividem em outras ramificações. O argumento a posteriori parece indicar que apenas a Igreja da qual  faz parte o não- crente não  salva. Repito, utilizo a palavra Igreja no sentido de comunidade de fé, como em sua origem no convívio apostólico. Vejamos, Tomé não teve seu encontro com Cristo Ressuscitado enquanto estava ausente da comunidade de fé. Foi no meio daqueles irmãos que fez sua experiência de fé, seu encontro religioso.

Recebi minha bênção
Vou confessar um péssimo hábito que tinha enquanto católico (diz o protestante), assitir aos programas de uma determinada denominação religiosa madrugada afora. Os testemunhos eram basicamente nesse formato: Antes de entrar na igreja eu tinha minha vida destruída, hoje  – reparem – eu tenho um carro, dobrei meu salário, tenho duas linhas telefônicas ( na época linha telefônica era artigo de luxo). Agora nos perguntemos, que interpretação bíblica é essa que associa a bênção de Deus somente ao acúmulo de bens materiais. Quer dizer que um pobre é um maldito? Bem, na interpretação vétero-testamentária a resposta é posisitva. Os séculos passaram, Cristo trouxe luz à antiga aliança e ainda vemos em pleno século XXI interpretações primitivas sobre a escritura sagrada. A bênção de Deus é um dom integral, é bem verdade que diz respeito à realidade econômica do indivíduo mas não se encerra nisso. É antes de tudo uma dádiva, fruto da união integral do homem com Deus. Está para além da riqueza material, esta é apenas uma das realidades contempladas.

A culpa é do cão
Conta uma historinha que certa vez o Cão estava a choramingar à beira de uma estrada. Um transeunte passou e lhe perguntou, por que choras Cão? Entre soluçõs respondeu: É que depois desses crentes a culpa é sempre minha. A piada é antiga e exprime o caráter demonológico trazido sobretudo pelo pentecostalismo e neo-pentecostalismo. O indivíduo sentiu uma dor nas costas atribui-se a culpa ao encosto, não o da cadeira, mas a uma entidade demoníaca. Chega-se a absurdos como o mais recente, dito em rede de televisão por um pastor Norte americano  ao declarar que o culpado pelo teremoto no Haiti era o demônio, ou a relação dos haitianos com o Vodu. O demônio existe, bem como seus sequazes, o que não se pode é culpá-lo por situções em que os réus somos nós mesmos pelo  mau usufruto de nossa liberdade e vontade. Nem tudo é culpa do diabo e não se deve chamar tanto seu nome como vemos à exaustão nos cultos transmitidos pela Tv. Até parece que seu nome é mais falado que o de Jesus. Para que dar tanto crédito a quem já está derrotado?

Porque a Bíblia diz
Há duas semanas fui abordado por um jovem protestante que perguntou para mim onde estava a palavra católio na Bíblia. Não pude conter o sorriso ante aqueles olhos apreensivos que pareciam ter me encurralado como uma presa  anafalbética. Devolvi-lhe uma outra pergunta: Onde tem  a palavra terminal de ônibus na Bíblia como indicação de local para a sua evangelização. É difícil travar uma conversa amistosa com um protestante, pelo menos até hoje, conto nos dedos os que se dispõem a uma conversa sem caráter proselitista ou subtraída daquela repugnável superioridade .
A frase porque a bíblia diz é como uma antecipação solene de uma sentença proclamada pelo misisonário que se exalta, fica vermelho, manuseia freneticamente a palavra para cima e para baixo. Ainda nessa ocasião com o irmão, no terminal de ônibus, contendo meus ânimos, lhe disse que eu não uso a palavra de Deus para fundamentar discussões nem para brigas. Procurava ler a Bíblia para  mudar  minha vida, minhas atitudes corrompidas pelo pecado e anunciava-a com amor para os que estavam aflitos e famintos de uma palavra de verdade. O Sola Scriptura de Lutero ecoou pelos séculos e ouvi dia desses na voz daquele jovem discípulo do fundamentalismo protestante. Admirável a coragem da pregação, pena não poder dizer o mesmo do conteúdo de sua mensagem que não me inspirou a paz, própria do anúncio do evangelho.

Os católicos são adoradores de imagem
Esse quarto ponto parece ser a primeira lição do culto de doutrinação dos neófitos protestantes. Quem é católico já ouviu essa acusação não poucas vezes. E não adianta responder, é perca de tempo comprovar biblicamente que os católicos, enquanto doutrinamento oficial, não adoram as imagens. E como a maioria dos protestantes são fundamentalistas as atitudes a que chegam em suas convicções são lamentáveis. Ilustro o que escrevi com o caso de uma parente protestante escolhida para cuidar de uma tia minha, já bem idosa e católica. Como uma mágica sumiram todos os terços da casa em menos de uma semana. O fim das imagens religiosas vocês podem imaginar o que aconteceu. E tudo feito amparado na máxima de que os católicos são adoradores de imagem.
Quuando estava no início de meu engajamento na RCC (Renovação Carismática Católica) costumava participar da adoração ao Santíssimo Sacramento no santuário de adoração da arquidiocese de Fortaleza, ali na Igreja de são Benedito e qual não foi minha surpresa ao sair um dia do templo. Fui abordado por um protestante. Este me acompanhou e começou a soltar versículos bíblicos apontando meu crime de idólatra. Ali, recebi minha condenação, segundo ele, o inferno. Foi então que pacientemente depois de três inoportunas abordagens  parei, me virei e disse: Meu senhor me respeite. A constituição de meu país prevê liberdade religiosa,  portanto, se você me seguir mais um passo, chamo a polícia. E outra: não tem nesse momento nenhum católico na portinhola de sua igrejinha de esquina julgando e condenando seus pares. Tive que ameaçar a polícia para um que deveria agir comigo como irmão, mas não, preferiu me enxergar como idólatra fadado ao inferno.

Deus quer te dar a vitória
A teoria da prosperidade é a grande corrente motriz das expressões protestantes da atualidade. O slogan de algumas igrejas é a expressão Pare de sofrer. Um contraste com o ensinamento de Cristo no qual afirma a necessidade de tomar a cruz e pôr-se em seu seguimento. A vitória de Cristo é incontestável e dela participamos desde o nosso batismo, isto é a verdade. Até o sofrimento ganha sentido na paixão de Jesus sofrida por nós. Ele não nos tira o sofrimento, mas nos ensina como vivenciá-lo e torná-lo um caminho de ressurreição. É mentirosa a igreja que promete acabar com o sofrimento, esta não é digna do menos crédito pois ensina algo diferente do ensinamento de Jesus, Ele que mesmo sendo Deus aceitou o sofrimento em sua carne a fim de vencê-lo e nos fazer participantes de sua vitória.

Estamos salvos
Quem pode dizer eu estou salvo? E mais, quem pode dizer, eu estou salvo e você condenado? E ainda apropriar-se da sagrada escritura para fundamentar a execração.  Olha que já vi muito protestante conversando entre si  e o repugnável ar de suerioridade em cima, sobretudo dos católicos é destetável.
Empunhar a palavra debaixo do braço, decorar versículos bíblicos, participar de tantas correntes de oração não garante a ninguém a salvação, muito menos outorga a função de juiz a quem quer que seja. O fim desses exaltados irmãos muitas vezes é a perda total da fé. Num trabalho de evangelização num centro cultural de Fortaleza, às madrugadas pude constatar o que disse  acima. Muitos deixam de ser católicos, tornam-se protestantes, vivem por um tempo aquela exaltação interior causada pelo fundamentalismo e pelo rigor, não poucas vezes farisaicos, de uma ética que lhe garante a salvação e a perdiçao dos demais. O passo seguinte é a decepção com alguma realidade inesperada e o resultado é o afastamento total de Deus.

FONTE: http://fimdostempos.net/7afirmacoes-protestantes.html






segunda-feira, 1 de março de 2010

O ROSÁRIO: ORIGEM E SIGNIFICADO


O costume de rezar em breves fórmulas de oração consecutivas constitui uma das expressões da religiosidade humana, independentemente do Credo que alguém professa. Entre os cristãos, tal hábito já estava em uso entre os eremitas e monges do deserto nos séculos IV e V. Tomou incremento especial no Ocidente: no fim do século X, havia entre os fiéis o costume de rezar o "Pai-nosso" certo número de vezes consecutivas. Esta prática teve origem, provavelmente, nos mosteiros, onde muitos cristãos professavam a Vida Religiosa, mas não estavam habilitados a seguir a oração comum, que compreendia a recitação dos salmos.

Para favorecer esses exercícios de piedade, foi-se aprimorando a confecção das "correntes" que serviam à contagem das preces. Esses instrumentos eram chamados "Paternoster" tanto na França como na Alemanha, na Inglaterra e na Itália ou, menos freqüentemente, "numeralia, fila, computum, preculae". Os seus fabricantes constituíam prósperas corporações, ditas dos "Paternostries" ou dos "Paternosterer".

Ao lado de tal prática, ia-se desenvolvendo entre os fiéis outro importante exercício de piedade, o costume de saudar a Virgem Santíssima; repetiam a saudação do anjo a Maria - "Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo" (Lc 1,28) -, acompanhada das palavras de Isabel - "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre" (Lc 1,42). A invocação subseqüente - "Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém." - ainda não estava em uso na Idade Média.
 
Em conseqüência, por volta do ano 1150, os fiéis conceberam a idéia de dirigir à Maria, 150, 100 ou 50 saudações consecutivas, à semelhança do que faziam repetindo a oração do Senhor. Cada série de saudações - intercalada pela oração do "Pai-nosso" - devia constituir uma coroa de rosas ofertada à Virgem Santíssima; daí os nomes de "rosário" e "coroa" que se foram atribuindo a tal prática; também chamada "Saltério da Virgem Santíssima", conforme as séries de 150, 100 ou 50 "Pais-nossos", que faziam as vezes de Saltério dos irmãos conversos nos mosteiros.

Por volta de 1408, o monge cartuxo Henrique de Egher, ou de Calcar, redigiu um poema intitulado "Psalterium Beatae Mariae", no qual estimulava a recitação de um "Pai-nosso" antes de cada dezena de "Ave-Marias". Esta forma encontrou espontânea aceitação e tornou-se comum entre os fiéis.

Posteriormente, houve a associação da meditação à recitação vocal das "Ave-Marias". O dominicano Alan de La Roche, por volta de 1475, sugeria a recitação de 150 mistérios, que percorriam os principais aspectos da obra da Redenção, desde o anúncio do anjo à Maria até a morte da Virgem Santíssima e o juízo final.

Durante séculos, a maneira de celebrar o "Saltério de Maria" variou muito. Papel de relevo na orientação geral desta prática do Rosário coube à benemérita Ordem de São Domingos, à qual foi sempre muito caro esse exercício de piedade; através de Irmandades do Rosário, assim como por meio de pregações, escritos, devocionários, os dominicanos difundiram largamente a devoção.

Foi, finalmente, um Papa dominicano, São Pio V (1566-1572) quem deu ao Rosário a sua forma atual, determinando tanto o número de "Pais-nossos" e "Ave-Marias" como o teor dos mistérios que o devem integrar. O Santo Pontífice atribuiu à eficácia dessa prece a vitória naval de Lepanto, que, aos 7 de outubro de 1571, salvou de grande perigo a Cristandade ocidental; em conseqüência, introduziu no calendário litúrgico da Ordem de São Domingos a festa do Rosário sob o nome de "Festa de Nossa Senhora do Rosário". A solenidade foi, em 1716, estendida à toda a Igreja. A devoção foi, daí por diante, mais e mais favorecida pelos Pontífices Romanos, merecendo especial relevo o Papa Leão XIII, que determinou que fosse o mês de outubro dedicado à recitação do Rosário.

Em outubro de 2002, o Papa João Paulo II, através da Carta Apostólica "Rosarium Virginis Mariae" propôs que se acrescentasse outros cinco mistérios àqueles até então contemplados no Rosário (mistérios gozosos, dolorosos e gloriosos), chamados "mistérios luminosos" (ou da luz), que compreendem a vida pública do Salvador (do Batismo no Jordão até o início da Paixão). Esta sugestão teve o objetivo de ampliar o horizonte do Rosário, afim de que seja possível a quem o recita com devoção penetrar ainda mais a fundo no conteúdo da Boa Nova e conformar sempre mais a própria existência àquela de Cristo.

Por fim, é importante notar que o Rosário não é uma oração meramente vocal. A repetição das mesmas preces tem o objetivo de criar um clima contemplativo, que permita a meditação e o aprofundamento dos grandes mistérios da nossa fé, associados a cada dezena do Rosário. O aspecto meditativo ou contemplativo é essencial à recitação do Rosário.

FONTE: Apostolado Veritatis Splendor: O ROSÁRIO: ORIGEM E SIGNIFICADO. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/2151

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A SANTA MISSA

O Santo Sacrifício da Missa, instituído pelo próprio Jesus na sua Ceia, compreende a repetição e atualização de sua morte na cruz em oferecimento a Deus, porém de forma mística, e se constitui no meio eficiente e poderoso de distribuição das graças, conseguidas na REDENÇÃO.

Além disso, na Santa Missa, Jesus também se faz presente pelo Mistério da transformação do pão e do vinho no Seu Corpo e Sangue, a qual ocorre durante a consagração, tornando-se assim o Pão da Vida que nos é dado como Alimento para nossa fortificação e como sinal de unidade de Seu povo.
Na Eucaristia está o ponto mais alto, tanto para ação pela qual, em Cristo, DEUS SANTIFICA O MUNDO, como do culto que os homens através do Espírito Santo prestam a Cristo, e por Ele, ao Pai. (Catecismo 1325).

O Senhor nos convida insistentemente a recebê-lo no sacramento da Eucaristia “Em Verdade, em verdade, vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o Seu Sangue, não tereis a vida em vós mesmos” (Jô 6,53). Pois a Minha Carne é verdadeiramente uma comida e o Meu Sangue é verdadeiramente uma bebida (JO 6 ,55 ) .

Para responder a este convite, devemos preparar-nos para este momento tão grande e tão santo . S.Paulo nos convida a um exame de consciência: Todo aquele que comer do Pão ou beber do Cálice do Senhor indignamente, será “réu”do Corpo e do Sangue do Senhor. Por conseguinte, que cada um examine a si mesmo antes de comer desse Pão e beber desse Cálice, pois aquele que come e bebe sem discernir o Corpo, come e bebe a própria Condenação “(1cor. 11,27-29). Quem está consciente de ter cometido um pecado grave deve procurar o sacramento da confissão antes de receber a comunhão.

“SACRAMENTOS (batismo, crisma, confissão, comunhão, matrimônio, unção dos enfermos, ordem )

1 “A mais humilde das MISSAS, celebrada na mais pobre das Igrejas, pelo mais simples dos padres, mete medo ao diabo… E o céu todo se inclina para assistir ( de São João Vianney, o cura D`Ars) .

2 “Na hora da morte, as Missas a que houveres assistido, serão a tua maior consolação. Um dos fins da Santa Missa é alcançar para ti o perdão dos teus pecados . Em cada Missa , podes diminuir a pena temporal devido aos teus pecados – pena essa que será diminuída na proporção do teu fervor “. “Assistindo com devoção à Santa Missa, prestas a maior das honra a Santa Hmanidade de JESUS CRISTO. Ele se compadece de muitas das tuas negligências e omissões. Perdoa-te os pecados veniais não confessados, dos quais, porém, te arrependes; preserva-te de muitos perigos e desgraças que te abateriam”. Diminui o império de satanás sobre ti mesmo. Sulfraga as almas do purgatório da melhor maneira possível. ”Uma só Missa a que houveres assistido em vida, ser – te – a de mais valor que muitas a que os outros assistirão por ti depois da morte”. “Será confirmada no céu a benção, que do Sacerdote recebes na Santa Missa (De Santo Agostinho)“.

3 “O martírio não é nada em comparação com a Santa Missa”. Pelo martírio, o homem oferece a Deus a sua vida, na Santa Missa, porém, Deus dá o seu Corpo e o seu Sangue em sacrifício para os homens. Se o homem reconhecesse esse mistério , morreria de amor “. A Eucaristia é o milagre supremo do Salvador; é o dom soberano do seu amor (De São Tomás de Aquino).

4 “Todas as Missas têm um valor infinito, pois são celebradas pelo próprio JESUS CRISTO, com uma devoção e amor acima do entendimento dos anjos e dos homens, constituindo-se o mais eficaz que nos deixou Nosso Senhor JESUS CRISTO, para a salvação da humanidade”. (De Santa Mectildes).

5 “ Fica sabendo ó cristão, que merece participar devotadamente de uma só Missa, do que distribuir todas as riquezas aos pobres e peregrinar toda a terra ( De São Bernado ).

6 Nenhuma língua humana pode exprimir os frutos de graças, que atrai o oferecimento do Santo Sacrifício da Missa “. (De São Lourenço ).

7 Nosso Senhor JESUS CRISTO nos concede tudo o que lhe pedimos na Santa Missa; e o que mais vale é que nos dá ainda o que nem sequer cogitamos pedir-lhe e que, entretanto, nos é necessário. Cada Missa a que assistires, alcançar-te -à, no céu, maior grau de glória”. (De São Jerônimo).

8 “Após a consagração, eu tenho visto esses milhares de Anjos formando a corte real de JESUS, em volta do tabernáculo , eu os tenho visto com meus próprios olhos”(De São João Crysóstomo).

9 “A Santa Missa é presente mais precioso e mais agradável que podemos oferecer á SANTÍSSIMA TRINDADE; vale mais que o céu e a terra; vale o próprio DEUS”. (De Vem. Martinho de Cohen).

FONTE: http://portalcot.com/reporter/a-santa-missa/

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Chegará o dia que procuraremos assistir uma missa não mais 
a encontraremos neste mundo, então irmãos, vamos todos em
mutirão assistir a Santa Missa enquanto ainda a temos. 
E isso vale para mim também!

A Paz de Cristo!



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Vida, Paixão e Glorificação do Cordeiro de Deus

Trago apartir desse artigo todo o sofrimento de Noso Senhor Jesus Cristo por nós, detalhadamente relatado por Anna Catharina.
O Getsêmani, a Prisão, a Dolorosa Flagelação, a Coroação de Espinhos, O Caminho da Cruz, A Crucificação, A Morte e a Gloriosa Ressureição.
Jesus, com os Apóstolos,
a caminho do horto de Getsêmani.

Quando Jesus, depois da instituição do SS. Sacramento, saiu do Cenáculo com os onze Apóstolos, já tinha a alma oprimida de aflição e crescente tristeza. Conduziu os onze, por um desvio, ao vale de Josafá, dirigindo-se ao monte das Oliveiras. Ao chegarem ao portão, vi a lua, ainda não inteiramente cheia, levantar-se por cima da montanha. Andando com os Apóstolos pelo vale, disse-lhes o Senhor que lá voltaria um dia, para julgar o mundo, mas não pobre e sem poder como hoje, e que então muitos, com grande medo, exclamariam: “Montes, cobri-nos”.
Os discípulos não O compreenderam, pensando, como muitas vezes nessa noite, que a fraqueza e o esgotamento os faziam delirar. Ora andavam, ora paravam, conversando com o Mestre. Disse-lhes também Jesus: “Vós todos haveis de escandalizar-vos em mim esta noite; pois está escrito: “Tirarei o pastor, e as ovelhas serão dispersas. – Mas, quando tiver ressuscitado, preceder-vos-ei na Galiléia”.
Os Apóstolos estavam ainda cheios de entusiasmo e amor, pela recepção do SS. Sacramento e pelas palavras solenes e afetuosas de Jesus. Comprimiam-se-Lhe em torno, exprimindo-Lhe de vários modos o seu amor e protestando que não O abandonariam nunca. Mas, como Jesus continuasse a falar no mesmo sentido, disse-lhe Pedro: “E, se todos se escandalizarem por vossa causa, eu nunca me escandalizarei”. Respondeu-lhe o Senhor: “Em verdade te digo, tu mesmo três vezes me negarás esta noite, antes do galo cantar”. Pedro, porém, não quis conformar-se de modo algum e disse: “Mesmo que tivesse de morrer convosco, não vos havia de negar”.
Assim falaram também todos os outros. Continuavam andando e parando alternadamente e a tristeza de Jesus aumentava cada vez mais. Queriam os Apóstolos consolá-Lo de modo inteiramente humano, assegurando-lhe que não aconteceria tal. Nesses vãos esforços se cansaram, começaram a duvidar e veio-lhes a tentação.
Atravessaram a torrente Cedron, não pela ponte, sobre a qual Jesus foi depois conduzido preso, mas por outra, porque tinham tomado um desvio. Getsêmani, situado no monte das Oliveiras, para onde se dirigiram, fica a meia hora certa do Cenáculo, pois do Cenáculo à porta que dá para o vale de Josafá, se leva um quarto de hora e dali a Getsêmani outro tanto.
Este lugar, no qual Jesus ensinou algumas vezes aos discípulos, passando ali a noite com eles nos últimos dias, consta de algumas casas de pousada, abertas e desocupadas e de um largo jardim, cercado de sebe, no qual há somente plantas ornamentais e árvores frutíferas. Os Apóstolos e diversas outras pessoas tinham a chave desse jardim, que era um lugar de recreio e de oração. Gente que não tinha jardim próprio fazia às vezes festas e banquetes ali.
Havia também vários caramanchões de folhagem espessa, num dos quais ficaram naquele dia oito Apóstolos e alguns outros discípulos, que se lhes juntaram mais tarde. O horto das Oliveiras é separado do Jardim de Getsêmani por um caminho e estende-se mais para o alto do monte. É aberto, cercado apenas de um aterro e menor do que Getsêmani, um canto cheio de grutas e recantos, em que por toda a parte se vêem oliveiras. Um lado era mais bem tratado; havia nele assentos, bancos de relva bem cuidados e grutas espaçosas e sombrias. Quem quisesse, podia ali facilmente achar um lugar próprio para a oração e meditação. Era à parte mais sem cuidados que Jesus ia rezar.

Jesus atribulado pelos horrores do pecado

Eram quase 9 horas da noite, quando Jesus chegou, com os discípulos, a Getsêmani. Ainda reinava a escuridão na terra, mas no céu a lua já espargia a luz prateada. Jesus estava muito triste e anunciou-lhes a aproximação do perigo. Os discípulos assustaram-se e Ele disse a oito dos companheiros que ficassem no Jardim de Getsêmani, num lugar onde havia um caramanchão. “Ficai aqui, disse, enquanto vou ao meu lugar rezar”.
Tomando consigo Pedro, João e Tiago o Maior, subiu mais para o alto e, cruzando um caminho, avançara, numa distância de alguns minutos, do horto das Oliveiras ao pé do monte. Ele estava numa indizível tristeza; pressentia a tribulação e tentação, que se aproximavam. João perguntou-lhe como podia agora estar tão abatido, quando sempre os tinha consolado. Então Jesus disse: “Minha alma está triste até a morte” e, olhando em redor de si, viu de todos os lados se aproximarem angústias e tentações, como nuvens cheias de figuras assustadoras.
Foi nessa ocasião que disse aos Apóstolos: “Ficai aqui e vigiai comigo; orai, para não serdes surpreendidos pela tentação”. Eles ficaram então ali; Jesus, porém, adiantou-se ainda mais; mas as horrorosas visões assaltavam-no de tal modo, que, cheio de angústia, desceu um pouco à esquerda dos três Apóstolos, escondendo-se debaixo de um grande rochedo, numa gruta de talvez 7 pés de profundidade; os Apóstolos ficaram em cima desse rochedo, numa espécie de cavidade. O chão da gruta era suavemente inclinado e as plantas pendentes do rochedo, que sobressaía em frente, formavam uma cortina diante da entrada, de maneira que quem estivesse dentro da gruta, não podia ser visto de fora.
Quando Jesus se afastou dos discípulos, vi em redor dele um largo circulo de imagens horríveis, o qual se apertava mais e mais. Cresceu-lhe a tristeza e a tribulação e retirou-se tremendo para dentro da gruta, semelhante ao homem que, fugindo de uma repentina tempestade, procura abrigo para rezar, vi, porém, que as imagens assustadoras o perseguiram lá dentro da gruta, tornando-se cada vez mais distintas.
A estreita caverna parecia encerrar o horrível espetáculo de todos os pecados cometidos, desde a primeira queda do homem, até ao fim dos séculos, como também todos os castigos. Foi ali, no monte das Oliveiras, que Adão e Eva, expulsos do Paraíso, pisaram primeiro a terra e foi nessa caverna que choraram e gemeram.
Tive a clara impressão de que Jesus, entregando-se às dores da Paixão, que ia começar e sacrificando-se à justiça divina, em satisfação de todos os pecados do mundo, de certo modo retirou a sua divindade para o seio da SS. Trindade; impelido por amor infinito, quis entregar-se à fúria de todos os sofrimentos e angústias, na sua humanidade puríssima e inocente, verdadeira e profundamente sensível, para expiação dos pecados do mundo, armado somente do amor do seu coração humano.
Querendo satisfazer pela raiz e por todas as excrescências do pecado e da má concupiscência, tomou o misericordiosíssimo Jesus no coração a raiz de toda a expiação purificadora e de toda a dor santificante, por amor de nós, pecadores e, para satisfazer pelos pecados inumeráveis, deixou esse sofrimento infinito estender-se, como uma árvore de dores e penetrar-lhe com mil ramos todos os membros do corpo sagrado, todas as faculdades da alma santa.
Entregue assim inteiramente à sua humanidade, implorando a Deus com tristeza e angústia indizíveis, prostrou-se por terra. Viu em inumeráveis imagens todos os pecados do mundo, com toda a sua atrocidade, tomou todos sobre si, e ofereceu-se na sua oração, para dar satisfação à justiça do Pai Celestial, pagando com os sofrimentos toda essa dívida da humanidade para com Deus.
Satanás, porém, que se movia no meio de todos os horrores, em figura terrível e com um riso furioso, enraivecia-se cada vez mais contra Jesus e, fazendo passar-lhe diante da alma visões sempre mais horrorosas, gritou diversas vezes à humanidade de Jesus: “Que? Tomarás também isto sobre ti? Sofrerás também castigo por este crime? Como podes satisfazer por tudo isto?”
Veio, porém, um estreito feixe de luz, da região onde o sol está entre as dez e onze horas, descendo sobre Jesus e nela vi surgir uma fileira de Anjos, que Lhe transmitiram força e ânimo. A outra parte da gruta estava cheia de visões horrorosas dos nossos pecados e de maus espíritos, que O insultavam e agrediam; Jesus aceitou tudo; o seu Coração, O único que amava perfeitamente a Deus e aos homens, nesse deserto cheio de horrores, sentia com dilacerante tristeza e terror a atrocidade e o peso de todos esses pecados. Ai! vi tantas coisas ali! Nem um ano chegaria para contá-las!

CONTINUA…

Fonte: A mais bela prova do maravilhoso dom que Deus concedeu a Anna Catharina Emmerich é o Livro Vida, Paixão e Glorificação do Cordeiro de Deus".

http://portalcot.com/reporter/paixao-morte-e-glorificacao-do-cordeiro-de-deus-parte-1 

sábado, 6 de fevereiro de 2010

O lado bom de ser catequista

Hoje aconteceu algo diferente no meu dia, fui a um salão de beleza e entre uma e outra cliente conheci uma senhora evangélica chamada *Tita. Em meio a conversas animadas acabamos levando o assunto para o lado religioso e eu fiquei a maior parte do tempo em silêncio ouvindo-a e só depois fiz algumas perguntas, que não foi possível obter as respostas detalhadas porque meu marido chegou na hora.

A conversa começou com ela dizendo que ela era católica, mas nunca foi de ir à missa frequentemente e que
seus pais são católicos e etc e tal... Aquela conversa que todo católico conta quando se "converte" ao  protestantismo. Depois de ouvi-la por um breve momento, peguntei-lhe: "O que levou a senhora a ser  evangélica?" Ela me respondeu que a Igreja Católica é morna, que as pessoas vão à missa para olhar com que roupa os outros estão, que o padre não tem fervor em seus sermões e que ela sentia tédio e sono ao ir  assistir uma Missa. Fiquei ouvindo e me identifiquei muito com ela quando ainda estava perdida e fora da  estrada que leva ao Senhor, aí ela continuou falando muitas outras coisas. Como eu não tinha muito tempo  perguntei a ela o que a mesma sabia sobre a Hóstia Santa e ela me respondeu: "QUASE  NADA!". Foi justamente isso que eu pensei.

Ela continuou dizendo que na igreja que ela vai, todos são alegres, ela vai aos cultos cheia de problemas e quando ouve a pregação do pastor sai de lá renovada, quando ela canta para louvar os Senhor seu fardo fica levíssimo e ela volta para casa alegre e feliz, que ela ora muito ao Senhor para ele levar embora seus inúmeros problemas.  Mas aí D. Tita, quando amanhece o dia o seu fardo volta a pesar com força total não é?

Só deu tempo eu dizer a ela o seguinte: D. Tita, todos nós temos problemas, todos nós sofremos, resta saber como vamos ADMINISTRAR esses problemas. Sem Deus eles ficam infinitamente pesados, mas com Deus eles se tornam um pouco leves porque Jesus ajuda-nos a carregar a nossa cruz e na Bíblia está escrito que Ele disse que quem não pegar sua cruz e e não segui-lo, não será digno dele. Devemos aceitar o sofrimento como uma forma até mesmo de penitência dos nossos próprios pecados e quando estamos com Jesus Cristo dentro de nós através da Santa Comunhão o sofrimento não é NADA comparado ao amor e a misericódia do Senhor para conosco. Então ela disse: "me explique um pouco mais sobre a hóstia, porque eu não conheço nada sobre ela". E então uma GRANDE alegria adentrou meu coração! Marcamos para ela ir ao salão depois para eu poder catequisá-la e eu voltei para casa com o coração cheio de Paz e do amor de Jesus, pois ele usou minha boca para falar a uma de suas filhas.

E assim eu aprendi o lado bom, maravilhoso de ser catequista.

Eu SOU catequista ,e não, ESTOU catequista.

A Paz de Cristo para todos vocês!